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Vazas seguindo o naipe

Siga o naipe inicial e dispute quatro vazas com um baralho de doze cartas.

Participantes
3
Duração
15–20 minutos
Materiais
12 cartas de formas, versos opacos idênticos e registro de vazas.

Preparar

Círculo, triângulo e quadrado têm valores 1–4 cada. Usem versos opacos iguais, embaralhem e deem quatro cartas a cada um dos três jogadores. Sem trunfos ou especiais. Escolham a primeira abertura; as doze cartas são usadas uma vez em quatro vazas.

Jogar

Quem abre joga qualquer carta. Em sentido horário, os outros devem seguir o naipe se o tiverem. Sem ele podem jogar qualquer carta, mas outro naipe não ganha. Não há compra, troca ou passe. Não é obrigatório superar o valor anterior.

Exemplo conferido

Vence o maior valor do naipe inicial. Não há empate dentro dele porque cada valor aparece uma vez. O vencedor guarda três cartas como uma vaza e abre a próxima. Um ponto por vaza, não por carta.

Encerrar e conferir

A abre círculo2, B círculo4, C sem círculos joga quadrado4: B vence; quadrado não empata. B abre depois. Se alguém deixa de seguir tendo o naipe, restaurem antes da próxima abertura; se impossível, anulem e redistribuam a mão sem pontos.

Adaptações e limites

Após quatro vazas, contem. Joguem três mãos alternando quem abre primeiro, somem; maior total vence e empate é compartilhado. Recolham e embaralhem doze entre mãos. Ajudante pode segurar cartas privadas ou ler sem escolher estratégia. Jogo manual, sem dinheiro ou adversário on-line.

Objetivo e procedência

As idades orientam o planejamento adulto, sem comprovar adequação ou ganho duradouro. Regras, exemplos e desenhos próprios; não se estabelece aqui a primeira invenção do mecanismo.

Copie grades e cartas em papel reutilizado; não é necessário comprar produto especializado. Adultos podem preparar peças ou escrever.

Materiais para imprimir

Imprima em 100 %, sem cabeçalhos e rodapés do navegador. Peça ajuda para recortar e mantenha respostas separadas. Kit manual de mesa, sem adversário ou juiz automático.

Doze cartas · recorte e coloque versos iguais

Círculo 1
Círculo 2
Círculo 3
Círculo 4
Triângulo 1
Triângulo 2
Triângulo 3
Triângulo 4
Quadrado 1
Quadrado 2
Quadrado 3
Quadrado 4

Três participantes, quatro cartas cada. Siga o naipe inicial se puder. Sem trunfos.

Três mãos · quatro vazas cada

Mão/vazaAberturaTrês cartasVencedor
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Círculo2, círculo4, quadrado4 → círculo4 vence. Vencedor abre depois. Um ponto por vaza.

Repetir uma mão completa de quatro vazas

Chaves desta prática separada: C=círculo, T=triângulo, S=quadrado; valores 1–4, sem trunfos, seguir obrigatório. A C1,C4,T2,S3; B C2,T1,T4,S1; C C3,T3,S2,S4. A abre, depois o vencedor. Outro naipe nunca vence.

VazaAberturaA jogaB jogaC jogaVencedor
1AC1C2C3
2CT2T4T3
3BS3S1S4
4CC4T1S2

Conferência do anfitrião

Vencedores C,B,C,C. Na vaza 4 C abre S2; A só tem C4 e B só T1: descartes legais, mas perdedores. As doze cartas aparecem uma vez. Totais A0,B1,C3.

Atividades relacionadas

Catálogo de jogos

Seguir o naipe não é o mesmo que ganhar a vaza

Separar legalidade e vitória

Primeiro confiram quais cartas podem ser jogadas, depois quem ganha. São doze cartas: círculo, triângulo e quadrado, valores 1–4, sem trunfos. É obrigatório seguir o naipe inicial quando possível, mas não superar o valor anterior. Carta alta de outro naipe não ganha nem autoriza descarte tendo o naipe pedido.

Mostrar a mão completa

Usem esta demonstração separada e aberta: A círculo1,círculo3,triângulo4,quadrado2; B círculo2,triângulo1,triângulo3,quadrado4; C círculo4,triângulo2,quadrado1,quadrado3. As doze aparecem uma vez. A abre, ordem horária A,B,C. Mostrar mãos é uma explicação; no jogo normal elas são privadas.

Seguir sem superar

A abre com triângulo4. B tem dois triângulos e deve escolher um mesmo sem vencer; aqui triângulo1. C segue triângulo2. A ganha e abre novamente. Quadrado4 de B seria ilegal porque havia triângulos; ele também não é obrigado a usar triângulo3.

Transferir a abertura

A joga círculo1, B círculo2, C círculo4: C ganha e abre quadrado1. A segue quadrado2 e B quadrado4: B ganha e assume a abertura. Três cartas capturadas contam uma vaza e um ponto, não três. A referência de bridge diferencia seguir e vencer sem trunfos, mas aqui não há leilão nem duplas.

Ignorar outros naipes

Restam triângulo3 de B, quadrado3 de C e círculo3 de A. B abre e vence: os outros já não têm triângulo e descartam legalmente. Três valores 3 não empatam, porque só o naipe inicial concorre. Totais deste exemplo: A1,B2,C1, quatro vazas.

Corrigir antes de continuar

Se alguém não segue tendo o naipe, parem antes da próxima abertura. Restaurem a vaza se possível; senão anulem e redistribuam a mão sem pontuar. Não inventem punição depois nem revelem mãos privadas para toda escolha comum. A demonstração aberta permite aprender a conferência em conjunto.

Quatro perguntas por vaza

Perguntem a cada vaza quem abriu, qual naipe, se cada resposta foi legal e qual valor desse naipe foi maior. O vencedor abre e o placar muda. Recolham doze cartas e alternem a primeira abertura ao longo de três mãos. Ajudem a ler sem escolher estratégia. Outros jogos podem ter trunfos ou obrigação de superar; este exercício não os ensina todos.

Fontes e leituras relacionadas